É redundante falar sobre isto e já está tão habitual que nem é notícia mais.

O mundo evoluiu tanto em áreas como ciência, tecnologia, até a sociedade evoluiu bastante(?). Mas a política é uma coisa que ainda hoje é medieval. Os EUA desafiam toda a lógica que eles mesmos vendem e propagam sobre democracia. Eles usam a democracia como desculpa para invadir territórios e influenciar/manipular outros comandos mundiais, sempre em favor do seu país. Usam o poder econômico – que infelizmente eles possuem, logo isto faz com que o país mande e desmande – para fazer o que quiserem como o mundo, transformando-o cada vez mais em uma colônia americana.
Culturalmente nem se fala. A influência do “american way of life” no mundo é uma coisa gritante.
E o pior. O mundo sabe dessa influência e aceita na maior barbada. Ninguém faz nada para que mude. è muito mais fácil continuar assim.
Mas voltando à democracia, veja esta notícia por exemplo:
EUA: estudante é detido ao fazer perguntas a senador
Seguranças da Universidade da Flórida usaram aparelho de choque em estudante que fazia perguntas ao senador americano John Kerry sobre as eleições presidenciais de 2004 em um evento no campus na segunda-feira.
Vídeos do incidente foram postados na Internet e mostram Andrew Meyer, 21 anos, sendo afastado do microfone após perguntar a Kerry sobre a censura do presidente George W. Bush e se ele e Bush haviam sido membros de uma sociedade secreta na Universidade de Yale.
Enquanto dois seguranças seguravam Meyer pelos braços, o senador dizia: “Está tudo bem, deixem-me responder à sua pergunta”. O público aplaude e Meyer continua a lutar em tentativa de escapar enquanto é retirado do recinto.Enquanto isso Meyer grita por ajuda e pergunta “o que eu fiz?”. Kerry então diz ao público que irá responder à “importante pergunta” dos estudantes. Nesse instante, o estudante luta no chão e pede para os seguranças não aplicarem choque, recebendo então o choque da máquina logo depois.
“Ele aparentemente fez várias perguntas, ele seguiu por um bom tempo, então foi pedido que ele parasse”, disse o porta-voz da universidade Steve Orlando. “Ele usou seu tempo. Seu microfone foi cortado e então ele ficou irritado”, explicou.
Um juiz determinou a liberação de Meyer na manhã de hoje.
Fonte: Terra (Detalhe os erros de português do estagiário que digitou esta notícia. Esses estagiários…
A “democracia” e a “liberdade” que eles tanto propagam, é só pra fazer com que os outros países idiotas do mundo confiem neles e então eles possam influenciar ainda mais. Fica claro isto no momento que eles mesmos não fazem uso desta doutrina que vendem. Se fosse tão lindo ser democrático e livre, eles não seriam assim também? São locos de espertos esses yankees. Fazem todos acreditarem que o mundo é lindo assim como mostram em seus filmes hollywoodianos, e vão tomando conta do mundo.
É um absurdo que não se possa questionar um político sobre o seu passado. Ele deve alguma coisa será? Mas o senador até respondeu as perguntas. O problema todo o contexto que se deu o acontecido. A repreensão feita com o estudante mostra que os EUA estão em uma eterna ditadura. Ninguém é livre como pensa que é. Escutas telefônicas, perseguições, entre outras coisas ‘cinematográficas’ que o governo faz, são os sintomas disto.
Sistema político de Ditadura Moderna, onde todos os americanos viram bonequinhos para propagar a América como tudo de bom e os outros habitantes do mundo viram espectadores apenas.
Alguns fazem, outros lamentam.
PS.: Será que se questionar um senador no Brasil acerca dos seus outros 40 “amiguinhos” aconteceria algo semelhante?
Eu garanto que sim!
É desanimador tudo isso. Ao mesmo tempo em que temos um espírito revolucionário e a vontade de mudar tudo isto, temos o receio de que sozinhos não podem fazer nada. Mas porque não juntar este monte de sozinhos e fazer alguma coisa?
Eu proponho isto. Vamos dominar o mundo!
E dale Grêmio!
Abraaaaaaaaço!
[Edit 1: Não tinha como não pôr o vídeo abaixo hehehe. O Faxinal vai adorar.]
Post-Scriptum: Não deixa de curtir um bom house. Baixa o set ali em baixo ó:
